Fotos: Mariana Piacentini

Chaminé chama a atenção pela beleza riqueza histórica
e referência ao setor madeireiro de Caçador
Mariana Piacentini
Jornalista
Monumento representa marco da potencialidade no setor madeireiro do Município e foi mantido graças ao empenho daquele que acompanhou sua construção, Domingos Brusco

A Chaminé - como é conhecida - é mantida no Município graças ao seu propritário, Domingos Brusco. A construção antiga, hoje ponto turístico local, é mantida inacta, tal como a preservação histórica que representa em nossa Caçador. O monumento que representa a dinâmica de uma serraria, foi construído na década de 40, sem data precisa de sua fundação. Ela é um dos pontos turísticos apresnetados pelo Diário Caçadorense, através da série Fazendo Turismo em Caçador.
Segundo informações repassadas pelo historiador Julio Corrente, diz a lenda que a Chaminé faz parte da indústria dos Irmãos Reichmann. Pioneira em Santa Catarina como produtora de palitos de dentes e de sorvetes, produzia ainda embalagens em caixas, já que na época, a atividade era uma das mais rentáveis no Município. Naquela época para carregar qualquer equipamento era em caixa de madeira.
Desde que foi construída a Chaminé mantém sua estrutura inicial de 40 metros de alura, aonde se fazia a queima da locomóvel. Ainda conforme Corrente, a história deste monumento é reconhecido como marco da indústria madeireira de Caçador, tanto pela área turistica quanto à estética.
O historiador ressalta a preservação da Chaminé, qe passou a ter seu potencial turístico aproveitado nos últimos anos. Corrente conta que seu atual proprietário - Dmingos Brusco - acompanhou a obra desde a sua construção e investe na manutenção do patrimônio até hoje. Este é um marco da potencialidade que existia em Caçador.
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