quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Chaminé: 'teimosa' preservação histórica

Fotos: Mariana Piacentini
Chaminé chama a atenção pela beleza riqueza histórica
e referência ao setor madeireiro de Caçador

Mariana Piacentini
Jornalista

Monumento representa marco da potencialidade no setor madeireiro do Município e foi mantido graças ao empenho daquele que acompanhou sua construção, Domingos Brusco


A Chaminé - como é conhecida - é mantida no Município graças ao seu propritário, Domingos Brusco. A construção antiga, hoje ponto turístico local, é mantida inacta, tal como a preservação histórica que representa em nossa Caçador. O monumento que representa a dinâmica de uma serraria, foi construído na década de 40, sem data precisa de sua fundação. Ela é um dos pontos turísticos apresnetados pelo Diário Caçadorense, através da série Fazendo Turismo em Caçador.
Segundo informações repassadas pelo historiador Julio Corrente, diz a lenda que a Chaminé faz parte da indústria dos Irmãos Reichmann. Pioneira em Santa Catarina como produtora de palitos de dentes e de sorvetes, produzia ainda embalagens em caixas, já que na época, a atividade era uma das mais rentáveis no Município. Naquela época para carregar qualquer equipamento era em caixa de madeira.
Desde que foi construída a Chaminé mantém sua estrutura inicial de 40 metros de alura, aonde se fazia a queima da locomóvel. Ainda conforme Corrente, a história deste monumento é reconhecido como marco da indústria madeireira de Caçador, tanto pela área turistica quanto à estética.
O historiador ressalta a preservação da Chaminé, qe passou a ter seu potencial turístico aproveitado nos últimos anos. Corrente conta que seu atual proprietário - Dmingos Brusco - acompanhou a obra desde a sua construção e investe na manutenção do patrimônio até hoje. Este é um marco da potencialidade que existia em Caçador.



Ponte em Arco, beleza e romantismo

Dona de uma arquitetura diferenciada, típica na Europa medieval, a travessia faz parte dos pontos turísticos da cidade, é detalhada também pelo DC (www.diariocacadorense.com)

Fotos: Mariana Piacentini

Mariana Piacentini
Jornalista

A famosa 'Pinguela' construída nos anos 40, tornou-se popular em Caçador e recebeu diversos nomes. Além de servir de acesso à comunidade local - a Passarela, Ponte em Arco, Ponte da Beira Rio, e até mesmo, Ponte dos Bombeiros - é conhecida pelo seu romantismo até hoje. Dona de uma arquitetura diferenciada, típica na Europa medieval, ela faz parte dos pontos turísticos da cidade.
Conforme o historiador Julio Correntes, todos os nomes remetidos à ponte carregam um significado especial. Após ser colocada em evidência, logo recebeu a nomenclatura de Ponte da Beira Rio. No entanto, por ser usada por diversos casais de namorados ganhou uma conotação romântica e também ganhou o nome alusivo.
No final dos anos 90, a Ponte em Arco também ficou conhecida como a Ponte dos Bombeiros. Isso se deu à implantação do Projeto Cidade Florida, quando esse voluntários adotaram a Beira Rio e começaram a fazer a limpeza no local. Por conta desse cuidado, a travessia ganhou prestígio e foi enfeitada no final de ano com luminárias na passarela e barco decorado para o Natal de 2000.




HISTÓRIA
Única a atravessar o passado

Mas a história dessa Pinguela, como era conhecida na década de 40, é rica de detalhes. Apesar de ser construída com modelo semelhante as demais, diferencia-se pelo uso de cabos de aço. Estreita, foi projetada à passagem de uma ou duas pessoas, conforme o cotume na época. Várias foram as pontes sobre o Rio d Peixe, no entanto é a única do período a atravessar o tempo.
Várias foram as mudanças da passarela, que serviu de cenário trágico para muitas pessoas que caíram e se jogaram no rio. E, na década de 70 foi substituída e consruída nos moldes atuais, ainda em estrutura de madeira. No ano de 1983, foi carregada pelas águas da maior enchente do Município, e colocada à disposição da comunidade no ano de 1985, agora com estrutura de metal e com novas luminárias.
Este marco de beleza e arquitetura de Caçador - por seu estilo diferencial - é uma referência para os moradores do Município e aos turistas que chegam à cidade para fazer fotos na localidade. Mesmo sem obedecer um estilo único, sua estrutura remonta as pontes da era medieval europeia. Pequena, em arco, visando além da estética a sustentação da obra.








Museu do Contestado, riqueza histórica

Detalhes sobre a trajetória relacionada à evolução do Município podemer econtrados no patrimônio público que mescla antiguidade e modenidade, tornando-se um dos Pontos Turísticos de Caçador apresentados também pelo DC (www.diariocacadorense.com)



O passado do Município de Caçador está guardado no Museu Antropológico da Região do Contestado. Neste patrimônio histórico constam peças que resgatam questões relacionadas à ocupação, colonização, imigração e povoamento. E, destaca através de artigos, detalhes do combate sangrento da Guerra do Contestado, mesclando a antiguidade à modenidade, tornando-se um dos Pontos Turísticos locais.
Além de oferecer detalhes sobre a trajetória relacionada à evolução da cidade, o Museu do Contestado propõe inovação aos amantes da histórias e aos visitantes de Caçador. Criado para documentar, restaurar e preservar a memória e a cultura local, mantém detalhes da primeira estação ferroviária da cidade, datada de 1910.
Criado em 18 de março de 1974 pela – Fundação Educacional do Alto Vale do Rio do Peixe (Fearp) - atual Uniarp, o Museu exibe peças da cultura indígena, da ferrovia, do povoamento e da colonização, além de armas e uniformes usados pelos militares na Guerra do Contestado.
Além do acervo exposto no Museu, o Município tem uma relíquia ao lado do prédio: a locomotiva norte-americana Mogul e dois vagões, datadas de 1908. Também consta na localidade, o obelisco da Aviação Militar no Contestado, tal como o Marco Histórico do Contestado, que envolveu Caçador na Guerrado Contestado. (Site do Museu do Contestado serviu de apoio para construção deste texto http://www.museudocontestado.com.br/livro.php)

Fotos: Mariana Piacentini